| O presente plano de
trabalho tem como premissas básicas: trabalho
em equipe, visão empresarial, integração/fortalecimento
da entidade, utilidade à clientela, pensar grande,
estímulo a empregabilidade, melhoria na formação
e capacitação profissional, etc.
Dessa forma, as ações deverão ser
desenvolvidas da seguinte maneira:
1- Trabalho em Equipe:
Administrar a CONFAEAB com base no princípio
do trabalho em equipe, buscando sempre o apoio e participação
compartilhada com as Vice Presidências Regionais,
Diretores e Conselheiros, objetivando a independência
financeira da instituição, maior integração
com e entre as filiadas e a melhoria da Classe Agronômica;
2- Visão Progressista Empresarial:
Precisa-se estabelecer em todas as nossas ações,
como pano de fundo, a necessidade em sermos auto-suficientes
financeiramente. Tudo que fizermos, é fundamental
analisarmos, além da importância das ações
para o nosso cliente (Entidades Estaduais),e conseqüentemente
para a categoria, nos preocuparmos com o seu retorno
financeiro. Sem recursos, sempre seremos uma entidade
frágil e a reboque das entidades que a sustentam.
3- Fortalecimento da Entidade:
Reconhecer que é imperioso e necessário
estreitar, cada vez mais, o nosso vínculo de
integração com o sistema CONFEA/CREAS/MUTUA
e demais entidades que compõem o Colégio
de Entidades Nacionais - CDEN, a fim de garantir o fortalecimento
da CONFAEAB.
4- Integração das Filiadas:
Buscar a integração das filiadas com os
seus respectivos CREAS, visando o fortalecimento e promoção
da fiscalização agronômica, exercício
profissional e a valorização do Engenheiro
Agrônomo.
5- Ser Útil à Clientela:
É importante que tenhamos muito claro, que nossos
clientes são as Entidades Estaduais e para elas,
deverão ser direcionadas as nossas ações,
principalmente procurando atender suas expectativas
e, se possível supera-las. É a única
forma de tornar nossa entidade forte e dinâmica.
Precisamos definir de forma clara e objetiva o papel
da CONFAEAB, como coordenadora das açoes deste
plano e apoiadora das Entidades Estaduais nas demais
ações que forem específicas e de
seus interesses.
6- Pensar Grande:
Precisa-se ter a plena consciência que representamos
uma categoria profissional muito importante para o país
e seu desenvolvimento. Não temos o direito de
pensar pequeno. Vamos selecionar ações
de grande impacto, como por exemplo: a) um Fundo de
Previdência Fechado Institucional, que com certeza
é difícil, mas nos traria enormes benefícios,
tanto aos colegas Engenheiros Agrônomos, quanto
financeiros e políticos a CONFAEAB; b) Inserção
da CONFAEAB no Ministério da Agricultura e no
Ministério da Reforma Agrária, para opinar
sobre a política agrícola e agrária,
no Brasil; c) Exigir do Ministério da Educação
a oportunidade de manifestação da CONFAEAB,
sempre que for solicitada a criação de
novo Curso de Agronomia, no Brasil; d) Participar da
Câmara Temática das Ciências Agrárias;
e) Componente do Conselho Nacional dos Agronegócios
– CONSAGRO: f)Participar igualmente no Rural Brasil,
Fórum de entidades nacionais ligadas ao setor.
7- Melhoria na Formação e Capacitação
Profissional:
a) Recomendação aos Cursos de Agronomia
do país, uma atenção especial na
formação de um Engenheiro Agrônomo
mais empreendedor e investidor, deixando de formar Engenheiros
Agrônomos, para serem, meramente funcionários
públicos ou empregados de empresas;
b) Tornar obrigatória a disciplina de Legislação
e Ética Profissional, nos currículos das
Escolas de Agronomia do país;
c) Posicionar-se sobre as Diretrizes Curriculares do
Curso de Agronomia que está em discussão
no CNE/MEC;
d) Promover a capacitação e atualização
profissional dos Engenheiros Agrônomos, através
do Programa de Educação Continuada promovido
pelo CONFEA e a integração da CONFAEAB
com a ABEAS e Instituições de Ensino Superior
de Agronomia;
8- Estímulo a Empregabilidade:
Estimular a criação de cooperativas de
trabalho, visando a geração da empregabilidade;
9- Comissões Especiais:
Constituir, sempre que necessário, Comissões
Especiais para tratar de assuntos de interesse da categoria
e da agropecuária brasileira;
10- Realização de Congressos
e outros Eventos:
a) Assegurar a organização e realização
dos CBA’s (XXIII – 2003, em Belo Horizonte/MG
e XXIV-2005, em Recife/PE; publicação
dos anais; e dar encaminhamento às propostas
e moções deles emanadas);
b) Providenciar a organização e realização
do III Congresso Mundial de Profissionais da Agronomia
e do I Congresso Pan-Americano de Engenheiros Agrônomos,
que acontecerá no período de 06 a 09 de
Outubro de 2004, em Fortaleza – Ceará –
Brasil; publicação dos Anais; e, dar encaminhamento
às propostas e moções deles emanadas;
c) Estimular as filiadas a promoverem a realização
de Congressos, Encontros Estaduais de Engenheiros Agrônomos
e/ou outros eventos de interesse da categoria.
11- Manifestação da CONFAEAB:
Fazer gestão junto aos Poderes Executivo, Legislativo
e Judiciário relativo ao Decreto nº 4560
de 30.12.2002, que dispõe sobre o exercício
profissional dos Técnicos Industriais e Técnicos
Agrícolas de nível médio e 2º
graus;
a) Manifestação da CONFAEAB, em primeira
mão, sobre os assuntos polêmicos emergentes
do setor agrícola no país. (como por exemplo,
o caso dos Transgênicos, Segurança Alimentar,
Segurança no Trabalho Rural, etc);
b) Apoio ao Projeto de Lei 2.468/03 do dep. Luiz Carlos
Heinze que “Estabelece condições
especiais de financiamento para a aquisição
de veículos utilitários por profissionais
das Ciências Agrárias”
12- Atividades Diversas:
a) Garantir presença e participação
ativa da CONFAEAB na construção dos Cenários
de Inserção da Engenharia, Arquitetura
e Agronomia, no contexto do desenvolvimento brasileiro
– 2004/2007, para ser apresentado na 60a SOOEA
a realizar-se em Brasília/DF, no período
de 10 a 12 de Dezembro de 2003, sob o patrocínio
do CONFEA;
b) Estimular o envolvimento dos Parlamentares Engenheiros
Agrônomos para uma ampla discussão sobre
as políticas que envolvem a categoria agronômica,
assim como a política profissional da categoria.
c) Garantir a conclusão do levantamento exploratório
sobre o Engenheiro Agrônomo no Brasil: quantos
somos, onde estamos e o que fazemos?
d) Perseguir a adoção do Planejamento
Estratégico na CONFAEAB, a partir de 2004.
Brasília, 10 de Dezembro de 2003.
2a Reunião Extraordinária da Diretoria
Executiva da CONFAEAB
Gestão 2003/2006 - NS
|